sexta-feira, abril 14, 2006

quinta-feira, abril 06, 2006

OLD BOY


AVISO AOS NAVEGANTES: O TEXTO A SEGUIR CONTÉM INFORMAÇÕES QUE PODEM ESTRAGAR A FESTA DE QUEM AINDA NÃO VIU O FILME, PORTANTO ESTÃO POR SUA CONTA E RISCO.


Estou passada a black dencker... em pleno 2006, com a doença da vaca louca, do frango gripado, com o terrorismo, transplante de rosto, a tv de plasma e o Enéas sem barba, tabus antigos ainda me causam tamanho espanto.
Fui ver OLD BOY esta semana e saí do cinema meio tonta, meio abalada, meio dã. O filme basicamente se resume em uma só palavra: VINGANÇA... vingança a qualquer custo .
Se o ditado popular estiver certo OLD BOY é a prova disso, já que o filme trata basicamente do seqüestro de Oh Dae Shi e seus 15 anos de cárcere sem ter a menor idéia do motivo e nem de quem seria o mandante. O mistério continua, já que ele é solto sem mais nem menos e a partir daí o filme se desenrola como uma trama de suspense e investigação onde a vingança é a mola propulsora.
Sem saber do paradeiro de sua mulher e filha Oh Dae Shi conta a penas com a ajuda de uma estranha, que compadece da sua desgraça e tenda encontrar a solução.
O decorrer da história nos revela casos de incesto, culpa, auto punição e mais desgraça. O final não é feliz, ninguém retira um peso do peito e segue a vida mais tranquilo, muito pelo contrário, parece que a vingança é a única razão para se manter respirando.
Aí que entra o meu espanto... e vamos falar novamente do nosso velho amigo e algoz o AMOR. Pois o que fiquei me perguntando é até que ponto podemos ultrapassar limites em nome desse sentimento? Perto do desfecho do filme o antagonista faz a seguinte pergunta a Oh Dae Shi:
_ "Eu a amava mesmo sabendo de nossa condição, você poderá fazer o mesmo?"
E foi justamente neste momento que me questionei quanto ao limite do amor, da razão e dos conceitos já enraizados em algumas sociedades durante tantos anos. eu me projetei na berlinda do enredo e não consegui imaginar uma solução melhor do que a morte, suspirei aliviada por nunca ter passado por situação semelhante, mas ao mesmo tempo pensei que não há nada de "impuro" quando não existe a intenção de causar o mal.
Por isso mesmo saí da sala de projeção vazia de posição, pela primeira vez meu id e superego não travaram uma batalha para saber quem está certo, apenas apertaram as mãos e decidiram que o amor é realmente uma causa perdida.

segunda-feira, março 20, 2006

CONCURSO DE FANTASIAS parte 4


Marvel e DC se encontram, da esquerda pra direita:
Mulher invisível depois das férias na Itália comendo massa no café, almoço e janta (pra ficar invisível agora vai ser difícil).

Tocha humana - acabou com o estoque de papel celofane da papelaria

Bizarro - Pra quem não sabe é a versão "au contraire" do homem de aço, ou seja, menos boboca e com mais atitude.

Juggernaut - Só digo uma coisa se eu entrasse numa sala e estivesse esse cara, o hulk, o lobo, o hellboy e o chuck norris, eu dava adeus ao mundo cruel pq ia cair dura de emoção ou de medo.

sábado, março 18, 2006

CONCURSO DE FANTASIAS parte 3


A placa diz tudo (apesar do rapaz aí meter a mão na frente da câmera... "NÃO BASTA ABSORVER, TEM QUE PENETRAR". O SUPER O.B. , para mulheres de fluxo intenso e vaginas tamanho GG.

quinta-feira, março 16, 2006

CONCURSO DE FANTASIAS parte 2



Não você não está vendo dobrado, são dois batmans! Agora atende para o detalhe, o da direita é o batman cachaceiro (com um copo de cerva na mão), talvez por isso ele fosse o mais "alegre" jogava pólvora no chão e abria as asas esvoaçantes.

quarta-feira, março 15, 2006

CONCURSO DE FANTASIAS parte 1

O carnaval acabou e só o que sobrou (além das lembraças) foram as fotos das fantasias mais loucas e corajosas (pois o calor é insuportável) do Bloco olindense Enquanto Isso na Sala de Justiça.

Estou abrindo o concurso para saber quem deve ganhar o troféu "óleo de peroba"... vamos iniciar o desfile:




Na luta contra os pêlos encravados, lâminas, ceras e outros vilões depilatórios, eis que surge o SUPER PENTELHO, o herói naturalista.

segunda-feira, março 06, 2006

Matte Kudasai (tradução) - King Crimson

to Fredelírico

Parada, próxima ao vidro da janela,
Dor, como a da chuva que cai.
Ela espera no ar,Matte Kudasai*.
Ela dorme em uma cadeira
Em sua triste América.

Quando, quando a noite foi muito longa,
Longa, como as cartas que eu estou enviando.
Ela espera no ar,Matte Kudasai.
Ela dorme em uma cadeiraEm sua triste América.

*"Espere por mim", em japonês